quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A Iha dos Desejos - Anne Mather

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Sinopse

A morte de seu pai, Charles Mortimer, antecipa a saída de Charlotte do colégio interno. Surpresa, fica sabendo que seu pai não tivera morte natural, mas que se suicidara diante da vergonha e humilhação de ter perdido sua fortuna nas mesas de jogo. Ela jura se vingar de Alex Falkner, um milionário Grego, dono dos cassinos que levaram seu pai a destruição. Porém charlotte ignorava que aquele mesmo homem era agora seu dono, seu senhor, pois até sua própria vida seu pai jogara e perdera nos panos verdes da mesas de jogo! e Alex exigia que todas as suas dívidas fossem pagas!

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Muito bem, este aí foi o primeiro romance de banca que li na vida. É o culpado por, desde os meus treze anos de idade, gastar uma boa parte do meu tempo e dinheiro disponível indo a bancas, sebos e sites em busca de estórias que nutrem a alma – já tão cansada dos cinismos e materialismos sociais – com sentimentos que deveriam nortear todos os seres humaos: o amor.

Não que eu não o tenha em minha vida. Graças a Alá, meu amor é um homem, acima de tudo, muito carinhoso e não perde uma oportunidade para dizer o quanto me ama. Mas ainda assim, vivenciar o amor também na leitura é um bálsamo para os olhos e a mente.

E Alexandros Falkner é alto, lindo, másculo, protetor, um grego daqueles  tradicionais, proprietário de uma ilha chamada Lydros que tem uma lenda peculiar e que vê na filha de um homem irresponsável o amor de sua vida. E por este amor ele é capaz de tudo, até mesmo servir de vilão aos seus olhos quando na realidade é o seu anjo salvador.

Charlotte é uma mocinha confusa, completamente inexperiente e que não sabe de fato quem é o próprio pai. Vive uma constante batalha entre o medo, a desconfiança e o desejo por um homem muito mais velho que ora parece ser o seu protetor, ora parece ser o seu algoz predador.

Mas as barreiras, as diferenças, os mal-entendidos e as meias-verdades não são suficientes para destruir uma pequena semente que nasce com o passar dos tempos e assim, o amor cresce, toma forma e gera frutos mesmo no meio de tantos desencontros e falta de diálogo, fazendo com que a lenda da ilha Lydros torne-se real.

Não é um livro estilo “óh, como a história é linda!”, mas é bonitinha e tenho um certo carinho por ela ser a primeira. Mas cá pra nós, Graças a Alá que os outros romances foram melhores, senão, vocês não estariam lendo as resenhas desta Booklover que vos fala!^^

Hasta la vista!

2 comentários :

  1. Sempre é mais fácil jogar a culpa das fraquezas daqueles que amamos em desconhecidos. Bjs, Rose:D

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  2. Parece "bonitinho", sem muita emoção.
    Gostaria de lembrar qual o primeiro romance que li, mas faz tanto tempo...
    Tinha uma agenda onde anotava todos os livros que lia, pena que acabou se perdendo ao longo dos anos.
    Bjkas!
    Monique

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