domingo, 21 de agosto de 2011

Dupla Falta–Lionel Shriver

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Dupla Falta - Lionel Shriver

Eu …. – ela murmurou, e as palavras seguintes saíram com dificuldade – te amo. 

pág. 324

Sinopse

Mais que uma história de amor encenada no ambiente de alta-tensão do mundo do tênis profissional, Dupla Falta é um alerta sobre os limites da rivalidade e da paixão.

Com a sagacidade que se tornou sua marca registrada, Lionel Shriver investiga o cenário perturbador do desequilíbrio de um casamento moderno.

Tênis sempre foi a maior paixão de Willy Novinsky desde que ela pegou em uma raquete pela primeira vez, aos 5 anos. Até que conhece Eric Oberdorf: matemático recém-formado pela Universidade de Princeton, capaz de chamar atenção não só pela beleza, mas também pela habilidade em diversas atividades, como a atuação nas quadras e em torneios de menos destaque. Mesmo à sombra da antiga relação de confiança e dependência entre a esportista e seu treinador, Eric torna-se a nova paixão de Willy. Os dois se casam. Assim como a esposa, Eric batalha para alcançar o glamour do circuito internacional.

Logo, a vida em comum, repleta de cumplicidade e desejo, dá lugar a uma competição cada vez mais acirrada por uma colocação em meio à elite do esporte, entre os chamados top 100. E o casamento tende a provar-se uma jogada com efeitos imprevisíveis no desempenho de Willy. À medida que seu rendimento decai, as habilidades do marido levam-no mais longe no ranking mundial.

Narrado com o controle de ritmo e velocidade de um campeão de tênis em uma partida, Dupla Falta investiga os medos, as esperanças e as traições de uma relação amorosa. Lionel Shriver nos oferece uma visão magistral e provocante do jogo romântico de um homem e uma mulher que não conseguem sobreviver ao próprio egoísmo.

Esse livro é um livro que prende. Você começa a ler e não quer largar enquanto não terminar.  A primeira coisa que me chamou a atenção nele foi a história, o enredo onde dois esportistas se apaixonam.  Lembrei muito de um filme que assisti com Kristin Dunst (Wimbledon – O jogo do amor).

Willy é obcecada por tênis. Sempre desejou está entre o top 100 dos tenistas. E luta por isso contra tudo e todos (inclusive seus pais). Eric é o garoto perfeito que entra no tênis por “diversão” e que consegue sobressair-se sem pretensão alguma. Ok, não tanta já que seu pai adora se gabar de seus feitos. Já que sempre é o melhor em tudo.

A atração entre os dois é instantânea. Resolvem casar-se. Eis que começam a surgir os problemas. A rivalidade nas quadras passa a ser a rivalidade em casa. Quem está numa posição melhor na lista em relação ao outro. Ainda que seja notória que a pessoa mais competitiva é Willy.

Confesso que durante a leitura eu como romântica incurável, torci muito pelos dois. Eric realmente ama Willy. Ele aguenta coisas que você fica de queixo caído. Acho que a maioria dos homens não aguentaria metade. Porque uma paixão em comum não pode unir ao invés de afastar? Será que somos tão egoístas há esse tempo?

13 comentários :

  1. Liliana...

    Adoro livros que 'mesclam' romance com esportes, geralmente as estorias são bem bonitas e mostram superação. Adoro.

    E tem romance junto? E aqueles que te fazem virar paginas e paginas? Aaaaa eu quero muiiito ler. Obrigada pela dica!

    Eu estou aqui me perguntando se a Wily vai me fazer raiva tbem kkk

    beijos e parabéns pela resenha :)

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  2. Adorei o post!
    Visitando pela primeira vez e seguindo!
    Me segue tbm!
    http://territoriodascompradorasdelivro.blogspot.com/
    Bjsss *-*

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  3. tenho lido resenhas mto boas desse livro. acho q todo mundo lembra do filme Wimbledon – O jogo do amor qndo le algo sobre esse livro.

    @dnisin

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  4. Mostra-nos que um amor vai além do que pensamos, vai além da rivalidade, além das amizades. Nos mostra que o amor pode mudar uma vida. História linda

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  5. Jogos psicológicos sempre me fascinaram e se houver o mundo do esporte envolvido então já se torna obrigatória a leitura pra mim. E tentando responder sua pergunta: Porque uma paixão em comum não pode unir ao invés de afastar?
    Porque a rivalidade pra todo esportista vem antes do amor. Vencer é o que todos buscam, senão seria melhor fazer pintura em porcelana ao invés de um esporte.

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  6. Me parece interessante... mas eu ando um pouco cética com livros falando sobre problemas em relacionamentos. Para isso ja tenho o meu! kkkk

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  7. ahh deve ser um bom livro apesar q nunca li nada do shriver

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  8. Ainda não li nada deste autor, mas quem sabe?
    Pode ser que depois da sua resenha eu compre o livro e experimente!

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  9. Nunca li nada desse autor, mas o livro deve ser bom.

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  10. Não conhecia esse autor, deve ser bom vou colocar na lista, mas não vai ser um dos primeiros não senti aquela vontade de ler.

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  11. Parece um livro diferente, ainda não tinha vista nada sobre ele. Vou me informar mais antes de tomar uma decisão quanto a leitura.
    Bjkas!

    Monique Martins
    MoniqueMar
    @moniquemar

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  12. Bem, a capa não é convidativa, mas vou ler mais a respeito. Gostei da resenha, mas é dificil acreditar em tudo pela capa kkkkkkkkk.

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